Sobre a Vaidade…

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Faz tempo que não escrevo, mas hoje foi um dia atípico para mim. Dia de viver todas as emoções, sentimentos certos e errados, confusos, solidão e depois paz.

Fui baixar a música “Vaidade” da Luciana Mello e baixei a da Heloísa Rosa. De certa forma, me identifiquei com a letra, porque  acho que como muitas pessoas, corri atrás do vento, ora achando que era Deus, ora ilusões, mas posso dizer que a vaidade também tem uma participação singular na nossa vida.

Viver de vaidade, parafraseando Eclesiastes, é ilusão. Mas despir-se dela é de certa forma morrer e perder a graça aos seus próprios olhos e aos olhos dos outros.

Não, não é um tipo de depressão, mas tudo perde o sentindo, a beleza. E repito: não, não é um estudo ou definição sobre a palavra ‘vaidade’ sua raiz, seu sentido literal,  mas sim sua representação dentro do ser humano. De quem ele é pra ele, de quem ele é pra Deus e que e quem é Deus para ele. Ele aqui é o “ser humano”.

Bem, não vou alongar-me no assunto, porque o vejo de forma diferente da maioria, mas queria partilhar um trechinho da música da Heloísae que tem o título “Vaidade”. Ela a descreve a pessoa  contando sobre a sua vaidade da vida, e a letra da Luciana é a própria Vaidade contando sua história na vida das pessoas

“Busco na vida tantas coisas
Que nem sei por que razão
Fortaleço minha vontade pra que tudo aconteça
do meu jeito

Corro enquanto acredito, persisto até chegar ao fim
Pra descobrir, lá no final, que eu corri atrás do vento

O que eu preciso, os homens não podem dar
O que eu preciso, a prata não vai comprar
O que eu preciso, o mundo não pode dar
O que eu preciso é…”


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